Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas... Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silêncio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
sábado, 6 de abril de 2013
O sentido da vida * :s
Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas... Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silêncio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Auschwitz *
« Primeiro que tudo, há a surpresa e a incredulidade. Estamos ali, num local onde foram cometidas atrocidades e, pura e simplesmente, não acreditamos que tudo isso tenha sido possível. Negamos, sentimo-nos como num museu onde nada é real e tudo são recriações. Depois ouvimos relatos, vemos fotografias e objectos. E é aí que a realidade nos cai abrupta e silenciosamente em cima. E dói-nos, dói-nos como se tivesse sido connosco. Apesar disso, sabemos que não foi e esperemos que nunca nos aconteça um terço disso. E é nesse momento, passada a surpresa, a negação e a tristeza, que nos sentimos aliviados. No fim, fica uma dor de cabeça incrível e passam-nos milhares de pensamentos pela mente. Ir a Auschwitz será certamente, um momento de ponderação. Provavelmente um convite forçado para pensar muito e colocar grande parte da nossa vida em perspectiva. Toda a gente perde qualquer inocência que ainda tenha, no momento em que entra num sítio assim. É o preço a pagar quando nos confrontamos com o que de pior o ser humano é capaz.
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